Tento de Galarza, com 64 segundos de bola rolando, é o mais rápido da atual edição do Mundial
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O Paraguai conseguiu uma vitória suada por 1 a 0 sobre a Turquia na madrugada deste sábado (20) no estádio Levi's, na região de San Francisco (EUA), no segundo jogo do Grupo D da Copa do Mundo.
Com o resultado, o Paraguai vai a 3 pontos e mantém suas chances de classificação à fase de 32 seleções. Já a Turquia, com a segunda derrota, é a segunda eliminada, depois do Haiti.
No último jogo do grupo, na próxima quinta-feira (25), às 23h (de Brasília), a Turquia se despede contra os já classificados Estados Unidos, enquanto o Paraguai faz confronto direto com a Austrália pela vaga, uma vez que as duas seleções têm 3 pontos.
O gol do volante Galarza, com um chutaço a 1min04s de jogo, foi o gol mais rápido desta edição da Copa.
Foi ainda o segundo mais rápido da história do Paraguai em Mundiais, depois dos 52 segundos que Celso Ayala demorou para marcar na vitória por 3 a 1 sobre a Nigéria, em 1998.
Autor de um gol contra na derrota por 4 a 1 para os EUA na estreia, Bobadilla nem começou jogando e deu lugar justamente a Galarza, autor do gol.
Outra novidade foi a entrada do atacante Isidro Pitta, do Bragantino, que saiu no intervalo para a entrada justamente de Bobadilla.
Os turcos sentiram o gol e demoraram a voltar para o jogo. Depois, passaram a tentar jogadas rápidas pelos lados do campo. Aos 34min, a seleção europeia perdeu uma grande chance de empatar.
Çalhanoglu bateu falta na área e Müldür dividiu a bola no alto com Junior Alonso. A bola bateu no travessão e depois na trave direita, mas não entrou.
Dois minutos depois, o Paraguai puxou contra-ataque, Cáceres recebeu na área pelo lado direito e deu um chutaço em cima do goleiro Çakir.
Aos 47min, ocorreu um lance inédito. Com intervenção do VAR (árbitro de vídeo), o árbitro salvadorenho Iván Barton expulsou o meia-atacante paraguaio Almirón porque ele cobriu a boca com a mão para falar algo ao lateral turco Müldür.
Pela nova regra da Fifa, essa ação é proibida e punida com o cartão vermelho.
A regra foi criada em abril deste ano e é conhecida como Lei Vinicius Junior, devido ao caso de racismo sofrido pelo atacante do Real Madrid na Espanha, quando o argentino Prestianni, do Benfica, cobriu a boca para ofender o brasileiro em jogo da Champions League.
Após a expulsão, a Turquia aumentou a pressão, mas não conseguiu empatar. Quando o árbitro apitou, comissões técnicas e jogadores das duas seleções iniciaram uma discussão em campo, mas que não durou muito.



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